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Caminhada Solitária - Poesia

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Caminhada Solitária Poesia de Aldo Della Monica Sabe aqueles dias em que se quer andar por uma alameda seguindo apenas da sua própria sombra leve pois que de pesada a vida nos faz Busca e de luz a escuridão faz os olhos reféns é um encontrar-se com saudades de si mesmo é um necessário caminhar só caminhar só Foto Abertura de Leonor Portijo - https://olhares.com/Ninor

Ascendino Reis e Profa. Chamisse - Um carinho soprando no vento - 1970

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Professora Chami …. a resposta está soprando no vento Uma homenagem necessária. Que banha este coração em ternura e saudade. Das tantas pessoas que plantarem sementes em nossos corações. Muitas vezes sem o saber. Minha prezada Profa. Chami – acho que era assim que a tratávamos: Mau aluno que fui, especialmente naquele ano em que ganhei minha primeira namorada. Naquele ano em que esperávamos o intervalo para correr à quadra para cantar e tocar violão. Mau aluno, nem sei como fui aprovado. Entretanto, minha querida Mestra, não me esqueço de uma pequena semente plantada neste coração e que não está em nenhum livro didático. Avançando muito além da matéria lecionada, você discorreu sobre assuntos que tinham muito a ver com aqueles nossos momentos ainda adolescentes – quando você citou uma frase que me acompanharia até hoje: “ a resposta está soprando no vento” Àquela altura, eu nem sabia da existência de um certo Bob Dylan – que por sinal me acompanha nesta madrugada – dizendo justamente i

Como se faz uma Diva: Wanderléa, a Ternurinha em show na Virada Paulista

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Ela é uma DIVA.....(?!) Eu nunca soube direito quando atribuir a uma cantora tal adjetivo. Mas, desconfio... Se ela reunir um grupo de gays em seu fã clube, tenha certeza: ELA É UMA DIVA. Pelo menos é o que tenho visto com os eternos fãs-clubes de Edit Piaf, Amália Rodrigues, Carmem Miranda.... Show Virada Cultural de Sampa 2015. Aguardávamos a ternurinha Wanderléa, enquanto sua banda dava os ajustes finais no som. Chega um senhor simpático, de careca recém-feita, luzidia, e pergunta se o Jardim da Luz ficava longe dali. -Não, não é longe; estávamos na São João. Mais à noite, ele pretendia ir ver o Show de Caetano mas estava com um certo receio, por ser de Santos e não conhecer muito bem a capital. - Nos dias de Virada Cultural, apesar da fama da cracolândia, não haveria grandes perigos de chegar até lá. Tinha bastante policiamento e muita gente nas ruas. Ainda de um jeito controlado, ao reparar em um garoto que vestia uma camiseta com foto da Wandeca,  o senhor simpático revelou um ce

Banana, agora, tem Griffe !

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Quando eu era menino, a gente morava em um edícula nos fundos da casa de minha avó. Assim como meus tios e tias, mamãe também havia trabalhado na Tecelagem Textilia, na Av. Celso Garcia e, mesmo tendo deixado o trabalho para dedicar-se a este velho pimpolho que acabara de nascer, nossa família continuava sendo privilegiada com a Cooperativa dos Funcionários da Textília… mesmo depois de vários anos. Comprávamos nossos mantimentos através de uma lista enviada previamente e que, alguns dias depois, eram entregues em casa por um funcionário da Textília, que, por acaso (rs), também era parente: tio Henrique (irmão da vovó). Dentre os mantimentos, vinham os cereais sempre pesados à granel. Certa vez, o arroz havia terminado antes do fim do mês e vovó mandou comprar 1 quilo e meio, lá na venda do Seu José e da Dona Tereza. Feliz da vida, fui eu o incumbido de tal tarefa…. feliz, claro, porque iria sobrar algum para o doce de abóbora. Além disso, eu gostava de ver aqueles sacões de juta c

🍏 Os CARROS DA FAMILIA REAL de Audi a Rolls Royce agora são de CHARLES

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Recentemente, a notícia de que a rainha Elizabeth II havia deixado sua coleção de automóveis para ser exibida ao público deixou muitos entusiastas de carros animados. A coleção conta com uma variedade de modelos clássicos e luxuosos, muitos dos quais foram usados pela própria rainha em ocasiões oficiais. Entre os destaques da coleção estão o Rolls-Royce Phantom VI, utilizado pela rainha em sua jubileu de prata, e o Land Rover Defender personalizado com pintura militar, usado em diversos eventos ao longo dos anos. Além disso, há também um Daimler limousine, um Bentley State Limousine e um Jaguar D-Type, entre outros modelos. A decisão da rainha de abrir sua coleção de carros ao público é uma oportunidade única para os fãs de automóveis e entusiastas da realeza verem de perto alguns dos veículos mais icônicos do mundo. E, para aqueles que gostam de história, a coleção também oferece uma visão fascinante do papel dos automóveis na vida e nos eventos da família real britânica ao longo dos

🍏MARILYN MONROE - Historia de Vida EM FOTOS RARAS

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Marilyn Monroe foi uma das mais icônicas atrizes de Hollywood, que conquistou o mundo com seu charme, beleza e talento. Nascida como Norma Jeane Mortenson em 1º de junho de 1926, em Los Angeles, Califórnia, ela cresceu em meio a uma infância tumultuada e marcada por dificuldades. Aos sete anos, Norma Jeane foi deixada pela mãe em um orfanato, onde permaneceu por vários anos. Depois, passou a morar com uma série de famílias adotivas e, aos 16 anos, casou-se com James Dougherty, com quem viveu por quatro anos. Foi durante a Segunda Guerra Mundial que Norma Jeane começou a se interessar pela carreira de modelo, e seu sucesso como pin-up a levou a uma carreira no cinema. Em 1946, assinou seu primeiro contrato com a 20th Century Fox e mudou seu nome para Marilyn Monroe. Seu primeiro grande papel veio em 1950, em "O Segredo das Jóias", mas foi com "Os Homens Preferem as Loiras", de 1953, que Marilyn se tornou uma estrela de Hollywood. Ao longo dos anos 1950, ela estrelou

🍏IMAGENS ANTIGAS REAIS DO INICIO DO SÉCULO XX - Acidentes de Carros

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Os anos 1920 foram uma época de grandes transformações sociais, culturais e tecnológicas no mundo. O automóvel se tornou um símbolo de modernidade e progresso, mas também de perigo e imprudência. Nas grandes cidades, o trânsito era caótico e os acidentes eram frequentes e fatais. Neste vídeo, vamos ver como era a condução e os carros da época, e quais foram as principais causas e consequências dos acidentes de carros nos anos 1920. Um dos fatores que contribuíram para o aumento dos acidentes foi a falta de regulamentação e fiscalização do trânsito. Não havia leis que limitassem a velocidade, o consumo de álcool ou o uso de cinto de segurança. Os motoristas não precisavam de carteira de habilitação ou de placas nos veículos. As ruas não tinham sinalização adequada ou semáforos. Além disso, os pedestres, os ciclistas e as carroças disputavam espaço com os carros nas vias públicas. Outro fator que influenciou os acidentes foi o próprio design dos carros da época. Os automóveis eram feitos