14 de maio de 2016

Trindade dos nativos 1978

Maré ruidosa, estrelas cadentes
Desejos secretos, o som violão
Os vultos da noite, o sono desperto
O medo incontido, menina com medo
Em tempo de mar, de amor e de amar

Sinceros carinhos, caminhos de areia
Cerveja sem gelo, conversas de bar
O sol preguiçoso,  a tarde poente
Poema poente, ternura sem nome
Em tempo de amar, de amor e de mar

Os olhos bonitos, bonitos-bonitos
A pele sensível, o beijo de sal
Palavras  não ditas, idéias pensadas
Os olhos passando, o momento sentido
Em tempo de amor, de amar e de mar

Aldo Della Monica 

Um Momento em Trindade
Março1978
Trindade - Paraty - RJ


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quando o saco já perdeu a elasticidade

    AI, ENTÃO..... você vai com a mulher à feira e está comentando sobre as atitudes do prefeitinho de São Paulo. Enquanto isso, a companh...